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Shows só devem voltar no segundo semestre de 2021

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Se tem uma coisa que os fãs de música estão sentindo falta durante essa quarentena são os shows. Mesmo com tantas lives por aí, os apreciadores da música ao vivo sabem que nada se compara a estar naquele amontoado de gente se divertindo como nunca.

Pois é exatamente o que torna as apresentações tão legais que deve impedi-las de ocorrer por um bom tempo. Segundo Zeke Emanuel, bioeticista ouvido pelo New York Times em um painel (via MetalSucks), a previsão de alguns artistas como Liam Gallagher de voltar a tocar em Outubro de 2020 é praticamente surreal:

O reinício da economia tem que ser feito em fases, e tem que começar com mais distanciamento social em locais de trabalho que permitem que as pessoas de menor risco voltem. Alguns tipos de construções, ou manufaturas ou escritórios, nos quais você pode manter distâncias de dois metros são mais razoáveis para começar em breve. Aglomerações maiores — conferências, shows, eventos esportivos — quando as pessoas dizem que irão remarcar essa conferência ou cerimônia de graduação para Outubro de 2020, eu não tenho ideia de como eles acham que isso é uma possibilidade plausível. Eu acho que essas coisas vão ser as últimas a retornar. Realisticamente, estamos falando do Outono de 2021 [nos EUA, com início em 22 de Setembro, Primavera aqui no Brasil] na melhor das hipóteses.

Emanuel ainda destaca a situação vivida por países como Hong Kong e Singapura, que estão vendo ressurgimentos de casos após uma afrouxada nas medidas restritivas. Descrevendo esse processo como uma “montanha russa”, ele ainda ressalta a importância dos testes para poder “focar em pessoas em particular e isolá-los e não ter que reimpor a quarentena para todo mundo”.

Impacto do coronavírus na indústria da música

A notícia é péssima para a indústria musical, que já perdeu muito dinheiro com toda essa situação. Em pesquisa divulgada recentemente pelo DATA SIM, estima-se que a indústria brasileira já tenha tido 8 mil eventos afetados pelo surto.

Isso significa um impacto na vida de mais de 8 milhões de pessoas, já que eventos gigantes como o Lollapalooza e os shows de bandas como KISS, Metallica e The Offspring sofreram alterações/cancelamentos. O prejuízo supera R$480 milhões de reais.

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